Rio de Janeiro: mil pessoas na “Marcha das Famílias contra as Drogas”

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Dois menininhos segurando a faixa “DROGAS TÔ FORA ” e à frente de MIL PESSOAS na “Marcha das Famílias Contra as Drogas” simbolizaram o maior desejo de mães, pais, tios e avós do Rio de Janeiro : uma cidade sem drogas, com Saúde, Educação e Segurança para os filhos, netos e sobrinhos. Na cidade onde a violência dos traficantes sempre é manchete na grande imprensa, famílias perderam o medo e foram às ruas na “Marcha das Famílias contra as Drogas”, no domingo, 3 de novembro, na avenida Atlântica, em Copacabana. Foi bonito demais ver pessoas de todas as idades chegando com faixas reivindicando “QUEREMOS UM BRASIL SEM DROGAS”, “ESTAMOS UNIDOS CONTRA O CRACK”, “0 AMOR-EXIGENTE VALORIZANDO A FAMÍLIA”.

“Iniciativa fantástica em prol da conscientização da população e mobilização”

Douglas Manassés, organizador da Marcha no Rio

Nas palavras do organizador da Marcha no Rio, Douglas Manassés , Coordenador de Cuidado e Prevenção às Drogas do Município do Rio de Janeiro, a descrição deste domingo histórico em sua cidade:

“ Uma iniciativa fantástica em prol da conscientização da população e mobilização. Atualmente estamos trabalhando em sintonia com a Política Nacional de Cuidado e Prevenção às Drogas e é perceptível o progresso no município, desde a criação da coordenadoria em 2018. Sabemos que ainda temos muito para avançar, mas acredito que não faltam esforços para tornar o Rio de Janeiro uma cidade longe dessa realidade cruel das drogas. E no Grupo de WhatsApp as entidades continuam cada vez mais empenhadas na luta contra as drogas , motivo de terem participado da Marcha.”

Deputado Estadual Márcio Pacheco, Presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Comunidades Terapêuticas

Participou da “Marcha “ no Rio de Janeiro, o Deputado Estadual Márcio Pacheco, Presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Comunidades Terapêuticas, que declarou: “A guerra contra as drogas não tem partido nem religião. O Brasil não precisa de jovens entorpecidos, mas sim de jovens saudáveis!”

.Famílias e 88 líderes antidrogas na “Marcha”em todo o país

A “Marcha das Famílias contra as Drogas”.é uma iniciativa inédita no Brasil. Nasceu com a união dos movimentos antidrogas em atuação no país e sob a coordenação da Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas, do Ministério da Cidadania, que em 10 dias uniu famílias e 88 lideranças antidrogas no Brasil. A força dessa união apresentou resultados antes da realização da “Marcha”, em 3 de novembro. As manifestações nas páginas do Facebook fizeram o Supremo Tribunal Federal tirar de pauta o julgamento sobre porte de drogas, que estava marcado exatamente para três dias após a Marcha, em 6 de novembro. A Federação de Amor-Exigente também entrou com Recurso no STF pedindo adiamento do julgamento. Até o momento, o julgamento não está na pauta do STF.

E o que reivindicam ao STF os 88 líderes antidrogas e famílias do Amazonas ao Rio Grande do Sul ao STF? Reivindicam que o STF não aprove a solicitação da Defensoria Pública de São Paulo, que defende em ação eliminar o artigo 28 na lei antidrogas 11.343, que proíbe uso, porte, compartilhamento e armazenamento de drogas e também proíbe plantação de maconha. Traduzindo: se o STF aprovar a solicitação da Defensoria irá autorizar no Brasil o USO E O PORTE DE TODAS AS DROGAS.

Secretário Nacional de Cuidados e Prevenção as Drogas, dr. Quirino Cordeiro Júnior

“Drogas aumentam cracolândias e taxas de suicídio no Brasil”

“No Brasil, uso de drogas tem causado aumento no número de cracolândias, de afastamento dos estudos, do trabalho e taxas de suicídio”, alerta o Secretário de Cuidados e Prevenção às Drogas, do Ministério da Cidadania, psiquiatra Quirino Cordeiro Júnior. O Secretário Quirino Cordeiro Júnior tem se empenhado na união da Secretaria com famílias e instituições para evitar a liberação do uso e o porte de drogas no Brasil.

Portanto, a “Marcha”,em 3 de novembro,em 18 capitais e mais de 70 municípios brasileiros é a resposta das famílias e das entidades antidrogas às autoridades:VIDA SIM! DROGAS NÃO!”.