Bebês internados após engolirem drogas de pais dependentes

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São bebês.Mas já estão sendo internados no Brasil porque engoliram drogas levadas para casa pelos pais,dependentes de maconha e cocaína. Bebês, mas vítimas da banalização do uso de drogas, das cracolândias e da política de Redução de Danos, que “não interfere na oferta ou no consumo de drogas”, conforme estabelece a Portaria 1.028, de 2005, que contraria lei federal em vigor, a 13.840/2019, que prega abstinência para o tratamento de dependentes. Bebês vítimas das drogas, que se tornaram casos de polícia no Amazonas e em Mato Grosso do Sul, mas ignorados pelos defensores da descriminalização, que significa autorizar uso, porte, compartilhamento e armazenamento de drogas no Brasil. Os bebês , vítimas das drogas, são notícias nos sites de Manaus e Dourados:

No Amazonas, “bebê de 10 meses foi internado, em estado grave, com vômitos e desmaios,após ingerir maconha que era fumada pelo pai. Foi no dia 11 de novembro. A denúncia foi de médico do Serviço de Pronto Atendimento Enfermeira Eliameme Rodrigues Mady, em Manaus. Com o pai, os policiais apreenderam drogas na mochila da criança.” Informações dos sites TODA HORA e acritica

https://www.acritica.com/channels/hoje/news/bebe-de-10-meses-e-internado-apos-ingerir-porcao-de-maconha

https://www.todahora.com/articulos/beb%C3%AA-de-10-meses-%C3%A9-internado-ap%C3%B3s-ingerir-maconha-pai-foi-preso-com-por%C3%A7%C3%A3o-de-drogas

Em Mato Grosso do Sul, “menininha de um ano foi internada em estado grave, após engolir cocaína usada pela mãe. Os médicos da Unidade de Pronto-Atendimento, em Dourados, cidade de Mato Grosso do Sul, chamaram o Conselho Tutelar, que localizou a avó paterna para se tornar a responsável pelo bebê. Para a mãe, foi determinado tratamento”, informa o site MidiaMax, em 22 de outubro .

https://www.midiamax.com.br/policia/2019/crianca-que-ingeriu-droga-recebe-alta-e-ficara-sob-guarda-da-avo-paterna

Às avós,portanto,a responsabilidade de criarem os netos porque os filhos, dependentes de drogas continuam sem recuperação no tratamento oferecido pela rede pública em suas cidades.

Conforme tem sido relatado em diferentes oportunidades pela Secretaria de Cuidados e Prevenção às Drogas, do Ministério da Cidadania, “a redução de danos, enquanto política pública, apresenta resultados aquém dos esperados pela população brasileira”. Portanto,defende o Conselho Federal de Medicina, “ é preciso cumprir a lei federal que assegura ao País uma estratégia de enfrentamento desse gravíssimo problema, a dependência de drogas, com base em abstinência, recuperação e sobriedade”.