“Dói ver filho na cracolândia”, conta A.L.M., mãe de classe média da região central de SP

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“ O dia que meu filho sumiu, ele estava de terno, acredito voltando do trabalho.Era uma quinta-feira. Desesperada, liguei para todos os colegas dele, procurei na delegacia, liguei até para o Instituto Médico Legal.Nada! Nenhuma informação Pediu via whattsApp ajuda para localizar o meu filho, um jovem de 27 anos, trabalhador, morador da região central da cidade. Só no dia seguinte, depois de uma madrugada inteira nervosa e acordade, recebi a resposta, que me deixou sem palavras e sem fala. O meu filho foi localizado na cracolândia da alameda Dino Bueno, próximo ao endereço da família, na região central da cidade. Ele estava fumando crack . Quando voltou para casa, na sexta-feira , estava sujo, sem dinheiro , confuso e com vontade de usar drogas. 
Chorei e continuo chorando muito. Meu marido procura tratamento para o nosso filho. Na rede pública, dificílimo. E na rede particular, caríssimo. O que mais me dói é ver meu filho querendo voltar para a cracolândia.”

DEPOIMENTO AO LIVRO “GUERRA PELA VIDA, CONTRA AS DROGAS”, que escrevi para o Instituto Jovem Pan, com coaching do mestre Edvaldo Pereira Lima, fotos de Carlos Torres, capa de Lelo Nahas, publicado pela Editora Sarvier e toda o lucro líquido destinado à Federação de Amor-Exigente.

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