“A maconha, que eu achava ser boa para minha asma, me afundou no álcool e na cocaína”

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Foto: Eliseu Marcel Domingos, à direita, no 4° Encontro Regional Serra Negra de Amor Exigente, com o Coordenador do evento e da FEAE, Fábio Magalhães da Silva.

A Campanha de prevenção “PAIS CONTRA AS DROGAS ” revela a verdade sobre maconha nas palavras de suas vítimas. “A maconha, que eu achava ser boa para minha asma, me afundou no álcool e na cocaína”, denuncia Eliseu Marcel Domingos, em recuperação há 23 anos. Psicólogo e Diretor da Comunidade Terapêutica Projeto Fênix de São João da Boa Vista (SP)


“ Inicialmente , evidentemente, não tinha consciência dos efeitos deletérios da maconha. Muito pelo contrário,até defendia como uma pseudodroga que me acalmava, que era boa para minha asma, minha criatividade e etc…ela realmente me levou ‘lá pra cima’ parecia o remédio que eu necessitava para sair da falta de autoaceitação e autoestima. Mas me tornei um dependente, por conta do poder progressivo da cannabis e ela se tornou das drogas ilícitas a porta de entrada para cocaína…quanto mais alto ela me levava, mas para baixo ela me deixava na volta, tudo que ela me deu no início, ela me arrancou sem piedade, me afundei em álcool e cocaína até o amargo fim…ou seja, a perda da dignidade humana, não existe coisa pior do que perder a dignidade, você não ser mais nada!


Conheci Narcóticos Anônimos em 1995, fiquei 8 meses limpo recai e em 1997 fui para uma comunidade terapêutica. Lá, compreendi minha doença, me aprofundei no programa dos 12 passos, recuperei minha sanidade e ,só por hoje, nunca mais usei substância psicoativa.

O que faço para me manter sem drogas? Terapia, grupo de autoajuda, disciplina, prática dos 12 passos e espiritualidade.”

ATENÇÃO:
À tarde, vamos publicar a história de quem “ acreditava que maconha era droga leve, mas foi o trampolim para ter coragem de usar outras drogas, até o crack!”.

Vamos também publicar pesquisa que revela: a maioria dos dependentes de crack começou experimentando maconha.