“Maconha medicinal não existe.No caso do canabidiol, ainda não temos estudos suficientes.”Dr. Salomão Rodrigues, do CFM. Mas na Câmara projeto quer liberar a plantação no Brasil.

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“ Os efeitos do uso de substância da maconha , o canabidiol, em pessoas que estão enfraquecidas por causa da idade ou doença ainda são relativamente desconhecidos. Idosos e aqueles que sofrem de doenças como câncer ou AIDS podem ser mais vulneráveis aos efeitos nocivos da droga. MAIS PESQUISAS SÃO NECESSÁRIAS”, alerta o principal centro de estudos sobre drogas no mundo, o National Institute on Drug Abuse, nos Estados Unidos.

No Brasil, no entanto, a Câmara Federal quer votar “em regime de urgência”, ou seja, sem passar por comissões, projeto que autoriza plantação de maconha “para fins medicinais”. Especialistas alertam :

“Maconha medicinal não existe. O que se utiliza em estudos é uma das substâncias da maconha, o canabidiol, sem comprovação científica de seus efeitos.” FDA, ÓRGÃO DO GOVERNO NORTE-AMERICANO QUE AUTORIZA MEDICAMENTOS.

“O uso compassivo do canabidiol para tratamento de epilepsias da criança e do adolescente, refratárias aos tratamentos convencionais” foi aprovado pelo Conselho Federal de Medicina, que adverte : “É medicamento feito em laboratório, ainda sem resultados conclusivos quanto à segurança e eficácia sustentada, o que exige continuidade de estudos.Convém salientar aqui que o uso medicinal da substância corresponde a menos de 1% do uso da droga.

. “Todo remédio tem benefícios e malefícios. Para liberar qualquer medicamento, temos de saber para que lado pende essa balança. E no caso dos derivados do cannabidiol, ainda não temos estudos suficientes”, alertou no final de 2019 o diretor do Conselho Federal de Medicina (CFM) Salomão Rodrigues,.

Anvisa, agência brasileira de controle de remédios, não reconhece maconha como planta medicinal .

PERGUNTO ÀS MÃES E AOS PAIS: COMO ELEITORES, O QUE ACHAM DESSE PROJETO QUE A CÂMARA FEDERAL TEM “URGÊNCIA “ PARA VOTAR?

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