“Deputados, venham conhecer o túmulo do meu filho, que morreu porque começou a usar maconha na adolescência!!” Jani Xavier, que está iniciando movimento de mães contra o PL399/2015

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“ABSURDO!!!! CRIMINOSO!!!! VENHAM A MINHA CASA, CONHEÇAM MINHA HISTÓRIA. NÃO SE IGUALEM AOS TRAFICANTES, QUE SÓ PENSAM EM LUCRO, SENHORES DEPUTADOS. OS SENHORES FORAM ELEITOS PARA REPRESENTAR OS DIREITOS DA POPULAÇÃO. NÃO PARA ACABAR COM AS FAMÍLIAS!!!” Protesto de mãe, JANI XAVIER, que está iniciando um grande movimento de mães, em todo o país, contra o projeto que quer autorizar a plantação de maconha de todos os tipos e para várias finalidades, inclusive produção de alimentos no Brasil. Projeto 399 de 2015 que os autores , deputados do PT, PSOL e PSB. pedem ao presidente da Câmara , Rodrigo Maia, “votação com urgência e em plena pandemia da COVID-19.

Jani Xavier com a foto do filho Jefferson, que morreu aos 27 anos por uso de drogas. A primeira droga foi maconha, que causou esquizofrenia

JANI sofreu a dor devastadora de ver o filho se tornar esquizofrênico por causa do uso de maconha. E depois, ver o filho morrer por uso de drogas aos 27 anos! Era véspera do Dia das Mães, 12 de maio de 2017, quando foi chamada ao Instituto Médico Legal para reconhecer o corpo do filho encontrado morto numa rua de Cotia, cidade paulista, onde Jani mora com o marido.

JANI se tornou sinônimo de esperança para 300 mães no Brasil, que buscam sua orientação e ajuda para conseguirem vagas para internação dos filhos dependentes de drogas.”a MAIORIA COMEÇOU EXPERIMENTANDO MACONHA E A MAIORIA PRECISA DE INTERNAÇÃO POR CRISES PSICÓTICAS OU POR JÁ ESTAR EM CRACOLÂNDIAS.

JANI CONTA SUA HISTÓRIA:

“Meu filho passou a usar maconha constantemente tornando-se agressivo, violento e chegando a fazer pequenos furtos dentro de casa para comprar o cigarro de maconha. Em determinado período ele teve que ser contido e levado a um hospital psiquiátrico e veio o diagnóstico esquizofrenia. Foram inúmeras internações. No final, ele já estava fumando crack. E a pior notícia((Jani para o seu depoimento emocionada e com lágrimas)… veio por telefone . Era madrugada e eu estava sendo convocada pelo Instituto Médico Legal para ir reconhecer o corpo do meu filho.!!!! Ah, que dor devastadora ao entrar naquele IML e reconhecer que era de fato o corpo do meu filho, Jeferson!!!!. Era véspera do do Dia das Mães, 13 de maio de 2017. E eu estava vendo o corpo do meu filho de apenas 27 anos!, pela última vez!!!!”

E TERMINA FAZENDO UM CONVITE AOS DEFENSORES DESTE PROJETO DA MACONHA QUE CLASSIFICA COMO “CRIMINOSO”: “VENHAM CONHECER O TÚMULO DO MEU FILHO. RESPEITEM O MEU LUTO!”: