“Reféns da maconha”: sem saúde, sem liberdade, escravidão por droga

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Lágrimas e um imenso desespero de mãe e pai da alta classe média de cidade do Nordeste ao internar, em clínica de São Paulo, filho único , de 18 anos, por surto com violência causado por maconha Como definir essa dor ? Ver um filho querido “ com delírios e alucinações ,acreditando ter poderes de leitura da mente, apavorado com a ideia de que leiam sua mente também, com medos extremos a diferentes situações devido a suas alucinações” Revoltante perder o filho para a maconha, por omissão do Ministério da Saúde e de prefeituras Motivos da série “Reféns da maconha”, que estou publicando no Diário Antidrogas.

ESCRAVIDÃO POR DROGA

O título da série é porque reféns perdem a liberdade, exatamente o que se perde quando se tornam dependentes de maconha. Por isso são chamados de adictos,que em latim significa escravos por dívidas. O termo pode ser usado para dependência de qualquer tipo de droga, porém escolhi maconha porque e causa indignação a defesa da maconha no Congresso e até no Supremo Tribunal Federal

PSDB, PT, PSB e PSOL defendem a liberação do uso da maconha

Causa ódio ver deputados do PSDB, PT, PSB e PSOL defendendo a liberação da maconha no Brasil, droga que elimina o futuro de jovens, porque tira da escola ao prejudicar atenção, memória , além de ser causa de depressão, pânico , surtos , esquizofrenia e tentativas de suicídio. Na Câmara Federal, o substitutivo ao projeto de lei 399/2015 defende plantação de maconha e uso da maconha até em alimentos e em vários produtos para comercialização e exportação. Ou seja, liberar o uso da maconha no Brasil aumentando o número de doentes graves e famílias em constante sofrimento..

O JOVEM ESTÁ INTERNADO EM CLÍNICA PARTICULAR. NO SUS, É CASO IGNORADO

O jovem em surto por maconha foi internado em clínica particular, porque a família de alta classe média pode pagar. Na rede pública, essa vaga não existe porque o Ministério da Saúde não cumpre a NOVA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE MENTAL do Ministério da Saúde, em vigor no Brasil, conforme Resolução CIT No. 32/2017 e Portaria MS No. 3.588/2017, que determinam vagas em hospitais do SUS com equipes especializadas para atender esses casos gravíssimos. E determinam também investimentos na construção de hospitais psiquiátricos.

ELE EXPERIMENTOU MACONHA AOS 13 ANOS, APESAR DE PROIBIDA

Maconha é droga proibida no Brasil, mas o jovem internado por surtocom violência em casa e nas ruas conheceu maconha com colegas, aos 13 anos ! Onde estão as autoridades? Autoridades que não cumprem o Estatuto da Criança e do Adolescentes que determina: “Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.

NA ADOLESCÊNCIA , AUMENTA EM 7 VEZES O RISCO DE SE TORNAR DEPENDENTE

A história desse jovem de 18 anos confirma os resultados do maior centro de pesquisas sobre drogas no mundo, o NIDA-National Institute on Drug Abuse, nos Estados Unidos: fumar maconha na adolescência aumenta em sete vezes o risco de se tornar dependente. Ele se tornou dependente e já foi internado até em Portugal por surtos com violência em casa e na rua.

Mas o Ministério da Saúde , prefeitos e partidos políticos que defendem a maconha IGNORAM a dor de mãe e de pai ao internarem o filho em surto psicótico , portanto, em risco até d e suicídio se achar que a casa vai ser invadida por inimigos.

SOFRIMENTO QUE NÃO TIRA O SONO DOS BUROCRATAS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

Filho sem futuro numa família com recursos para pagar a faculdade que ele quisesse e ajudar no início da carreira. Sofrimento para o resto da vida aumentado pela pergunta mais cruel e sem resposta: quando os pais morrerem, o que será desse garoto que a maconha parou no tempo e tirou a capacidade de viver em sociedade, estudar, planejar , ter futuro? Resposta que não tira o sono dos burocratas do Ministério da Saúde .

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