Quatro internações aos 18 anos,primeira história da Série “ Frente Nacional Contra a Liberação da Maconha e da Cocaína”

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Foto:Lançamento da Frente na Assembleia Legislativa de SP

Para quem acha “ que maconha é coisa de adolescente, vai passar”, convido para ler a história de um jovem brasileiro que, aos 18 anos, já está na quarta internação por surtos psicóticos. A causa? Maconha.

Fato gravíssimo e frequente no Brasil,nos Estados Unidos e na Europa, provam pesquisas brasileiras e internacionais. É artigo que inicia hoje a série “Frente Nacional Contra a Liberação da Maconha e da Cocaína” no Diário Antidrogas, com divulgação nas redes sociais e que assino como Porta-Voz da Frente.

Deputado Campos Machado, Presidente Estadual do AVANTE, em SP, e Coordenador da Frente Nacional contra a Liberação da Maconha e da Cocaína

A “Frente Nacional Contra a Liberação da Maconha e da Cocaína” foi criada em 26 de junho de 2017, pelo Deputado Campos Machado na Assembleia Legislativa de São Paulo. A FRENTE É CONTRA ação no Supremo Tribunal Federal que quer eliminar da lei antidrogas artigo que proíbe “adquirir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer consigo, para consumo pessoal, drogas”. Se este artigo for eliminado , estará autorizado o porte e o uso de qualquer tipo de droga no Brasil. A Frente é também contra o projeto de lei 399/2015 ,que defende plantar maconha em todo o país para utilizar até na produção de alimentos.

O Deputado Campos Machado, Presidente Estadual do Avante,em São Paulo e Coordenador da Frente, é ,de fato, o político que defende, com coragem e sabedoria, os direitos das famílias brasileiras, lutando contra interesses de lobbys milionários que colocam em risco Saúde, Escolas, Empresas e o futuro do Brasil.

CONVIDO PARA LER NOSSA PRIMEIRA HISTÓRIA

Protegidos pelo conforto e segurança de uma casa de alta classe média, os pais não se preocuparam quando flagraram o filho, de 13 anos, fumando maconha. Eles acreditavam que “ia passar, é coisa de adolescente”. Mas, em breve, seriam surpreendidos pelas consequências da maconha, conforme provam estudos do maior centro de pesquisas sobre drogas no mundo, o National Institute on Drug Abuse-NIDA, nos Estados Unidos. Além de potencialmente reduzir o QI, o uso de maconha entre adolescentes está ligado ao abandono escolar ” Quando completou 14 anos, o filho foi expulso da escola por três motivos. Primeiro, foi flagrado fumando maconha na escola. Segundo: “estava se tornando agressivo”. E terceiro: queda significativa nos estudos.”

Os pais, então, decidiram deixar o filho em casa porque continuavam acreditando que “era coisa da adolescência, ia passar”. Não passou. “ Ele aumentou o consumo de maconha, fumando várias vezes ao dia. Só tinha colega que fumava maconha. Passava o dia nas redes sociais defendendo o uso e a liberação da maconha.” Um ano depois, os pais se assustaram com o que viram e que comprova a pesquisa do NIDA. O filho começou a ter delírios e alucinações : Dizia estar sendo perseguido e denunciado, contava que recebia ordens de rádio, de televisão , conversava com pessoas imaginárias e tinha alucinações visuais e auditivas.E agredia qualquer pessoa na rua ou em casa, quando acreditava estar sendo perseguido, denunciado. Foi internado em clínica particular por surtos psicóticos, por dois meses. Risco assustador comprovado por pesquisa da Faculdade de Medicina do Porto, em Portugal, onde o uso de maconha foi liberado em 2001: “O uso de maconha aumentou em 30 vezes o número de internações por surtos psicóticos e esquizofrenia.

A família, então, decidiu viajar. Mãe, pai e filho foram para Portugal. Mas o lazer foi interrompido porque o filho voltou a ter surtos psicóticos e precisou ser novamente internado. Internação por um mês. E ao voltar, nova internação foi necessária.

Agora, aos 18 anos, ele recaiu no uso de maconha e foi internado, pela quarta vez por “ delírios e alucinações, acreditando ter poderes de leitura da mente e apavorado com a ideia de que liam sua mente também”. O tratamento é com equipe multidisciplinar “porque há uma dificuldade de se obter resposta positiva com medicamentos que não estão conseguindo eliminar os sintomas de delírios e alucinações, sendo necessárias doses altas para controlar esses sintomas que nunca regrediram completamente”.

A pedido da família e da clínica não posso revelar nomes. E eles estão certos porque já é imenso o sofrimento dos pais e do filho.

Psiquiatra Pablo Roig, Presidente do Conselho Editorial do Instituto Greenwood, fundador e Diretor da Clínica Greenwood, em SP, e autor de livros sobre dependência de drogas.

Caso que, no Brasil, está se tornando frequente, alerta o psiquiatra Pablo Roig: “15% das internações têm sido de dependentes de maconha em surtos psicóticos”.

Psiquiatra Carlos Salgado, ex-Presidente da ABEAD

E como adverte o psiquiatra Carlos Salgado: “Maconha causa dependência, portanto, os usuários têm síndrome de abstinência e são de difícil tratamento. Não é possível o consumo controlado de maconha”. Informa aos pais, o ex- presidente da ABEAD-Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas e que atualmente participa do seu Conselho Consultivo.

Psiquiatra Valentim Gentil Filho, autor do estudo “Maconha e Demência Precoce”

Mais grave ainda, prova o estudo “Maconha e Demência Precoce”, assinado pelo psiquiatra a Valentim Gentil Filho. “Maconha fumada uma vez por semana ,na adolescência, aumenta em oito vezes o risco para esquizofrenia.”

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