“Quem experimenta maconha vai ter facilidade para cocaína”, segundo artigo da série “Frente Nacional contra a Liberação da Maconha e da Cocaína”

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Foto:Deputado Campos Machado no lançamento da Frente,na Assembleia Legislativa de SP, em 2017

“Quem experimenta maconha, vai, em algum momento, experimentar cocaína e até crack pela facilidade para conseguir e porque perdeu o medo de se arriscar.” Foi o que ouvi de dependentes em recuperação na campanha Jovem Pan Pela Vida, Contra as Drogas, que coordenei por 12 anos em escolas de 39 cidades. Dependentes que aumentam, portanto, os riscos às famílias na pandemia da COVID-19 porque saem para comprar ou até usar essas drogas e quando voltam para casa podem estar contaminados com o novo coronavírus. Este o segundo artigo da série “Frente Nacional Contra a Liberação da Maconha e da Cocaína”, que assino como Porta-Voz da Frente.

O porte e o uso de qualquer tipo de droga está facilitado na maioria das cidades, apesar de drogas serem proibidas no Brasil. MAS poderá ser autorizado se o Supremo Tribunal Federal aprovar o que pede ação, que quer eliminar da lei antidrogas o artigo que proíbe “adquirir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer consigo, para consumo pessoal, drogas”.

Deputado Campos Machado, Presidente Estadual do Avante e Coordenador da Frente Nacional contra a Liberação da Maconha e da Cocaína

NÃO PERMITIR ESTA APROVAÇÃO É O OBJETIVO DA “Frente Nacional Contra a Liberação da Maconha e da Cocaína” , criada em 26 de junho de 2017, pelo Deputado Campos Machado na Assembleia Legislativa de São Paulo. O Deputado Campos Machado, Coordenador da FRENTE , é o Presidente Estadual do Avante,em São Paulo. “A SAÚDE E UNIÃO DAS FAMÍLIAS EM PRIMEIRO LUGAR” , defende o Deputado Campos Machado em sua luta diária contra interesses de lobbys bilionários que colocam em risco Saúde, Escolas, Empresas e o futuro do Brasil. O Deputado é contra o projeto de lei 399/2015 ,que defende plantar maconha em todo o país para utilizar até na produção de alimentos.

Maconha. Foto do NIDA-National Institute on Drug Abuse

NA NOSSA PRIMEIRA HISTÓRIA, PUBLICADA NA QUARTA-FEIRA, MOSTRAMOS COMO A MACONHA PODE ACABAR COM O FUTURO DE JOVENS POR CAUSAR SURTOS PSICÓTICOS, QUE COLOCAM EM RISCO SUAS VIDAS, A DE SUAS FAMÍLIAS E A DE TERCEIROS.

Foto Cocaína. NIDA

HOJE, DEPENDENTES EM RECUPERAÇÃO, MÃES E ESPECIALISTAS DESCREVEM AS CONSEQUÊNCIAS GRAVES DA COCAÍNA

Cocaína é droga proibida no Brasil por causar dependência e ser risco para overdose,” já no primeiro uso”, advertem especialistas. Overdose significa falência de um ou mais órgãos, causando ritmo cardíaco irregular, ataques cardíacos, convulsões e derrames. Risco até para adolescentes, revela mãe:

“Meu filho ,quando completou quinze anos , ele se encaminhou pra cocaína. Teve um princípio de overdose: taquicardia, suava frio. Eu não estava em casa. Meu filho disse pro pai, me leva pro hospital, tô tendo um problema. Mas não explicou. Meu marido correu pro hospital e logo deram medicamento. Ficou internado. Usou muito cocaína e álcool, misturas que potencializam o efeito uma da outra.”

DEPENDENTES EM RECUPERAÇÃO DESCREVEM A FACILIDADE PARA CONSEGUIR COCAÍNA E COMO PAGAVAM O TRAFICANTE:

A cocaína, experimentei com gente que eu conhecia. Você começa recebendo a droga, depois, quando se vicia acaba dando tudo para o traficante para conseguir a droga. Quando eu não usava, ficava agitado, suava muito, tinha tremor, ficava irritado. Não parava em emprego porque eu só queria a cocaína. Passava a madrugada usando e não me importava de faltar no emprego. Perdi estudo, perdi emprego, quase perdi minha família.”

“Cocaína, eu conheci com vizinha de prédio. Ia buscar a droga na favela pra gente cheirar junto. Para conseguir comprar droga, vendi minhas coisas, peguei dinheiro da minha mãe, chantageei minha mãe.”

Por cocaína, eu e meus colegas vendemos nossas roupas e roubamos até os nossos pais. Vi garotas se prostituindo nos locais de tráfico.”

JÁ O TRATAMENTO SIGNIFICA imensas dificuldades na rede pública de Saúde:

“Lutei cinco anos para recuperar meu filho”,revela senhora viúva. “Enfrentei muitas dificuldades para atendimento na rede pública de saúde. Tive de fazer empréstimos para pagar psiquiatras particulares. E sofri muito com a negação do meu filho que afirmava não ser doente, não ser dependente, apesar de não ficar mais sem drogas.”

“Corremos de um lado para outro, vamos no CRATOD ( centro de tratamento de dependentes de drogas mantido pelo governo do Estado), que nos mandam para o CAPS, centros de atendimento da Prefeitura que adotam a Redução de Danos, que defendem reduzir a quantidade mas sem sem intervir na oferta ou no consumo”.

Psicóloga Maria Diamantina Castanheira dos Santos, Diretora da Clínica Reviva

Com a experiência de quem trata, com recuperação, dependentes de drogas, a psicóloga Maria Diamantina Castanheira dos Santos, diretora da Clínica REVIVA ensina às famílias: “A dependência de drogas envolve a dilapidação de bens, tanto do doente quanto das pessoas que o cercam, e até mesmo de desconhecidos , por aspectos que fogem ao controle de todos que se envolvem emocionalmente com o doente.”

Assim é a Dependência de drogas, também chamada doença da família porque “cada usuário torna também doentes pai, mãe e irmãos”. Depressão, infarto e câncer pelo sofrimento de ver filho ou irmão escravo de traficantes.

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