PL399/2015 quer mudar a lei antidrogas.”Por que se faz o uso do dinheiro público para obter a aprovação?”, questiona o Dr.Pablo Roig

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A maconha, no Brasil, “é a substância ilícita de maior consumo entre a população, principalmente entre adolescentes” alerta o DECRETO Nº 9.761, DE 11 DE ABRIL DE 2019: 62% dos usuários indicam a experimentação antes dos 18 anos,e,o uso especialmente no público adolescente, gera preocupação em decorrência das consequências nocivas do seu uso crônico, tais como maiores dificuldades de concentração, aprendizagem e memória, sintomas de depressão e ansiedade, diminuição da motivação, sintomas psicóticos, esquizofrenia, entre outros prejuízos.” MOTIVOS DA PLANTAÇÃO E USO SEREM PROIBIDOS NO BRASIL.

MAS O SUBSTITUTIVO DO PROJETO 399/2015 quer alterar a lei antidrogas,autorizando plantar no Brasil “qualquer variedade de cannabis (maconha)“ para produção de “remédios “ e também de outros produtos “sem fins medicinais” como produtos de higiene, cosméticos e até alimentos. O PL 399/2015será votado dia 17 de maio, às três da tarde, na Comissão Especial de Remédios com Cannabis (maconha), na Câmara dos Deputados.

O PL399/2015 “proíbe a produção e a comercialização de produtos fumígenos, como cigarros, fabricados a partir da cannabis medicinal, assim como chás medicinais ou outras mercadorias na forma vegetal da planta, incluindo sementes”.NO ENTANTO, AUTORIZA “ produção de medicamentos à base de cannabis tanto por farmácias vivas (que cultivam a planta) quanto por farmácias de manipulação. E AUTORIZA PESSOAS JURÍDICAS E ASSOCIAÇÕES DE PACIENTES A PLANTAR, CULTIVAR E COLHER PLANTAS DE CANNABIS,DESTINADAS À ELABORAÇÃO DE MEDICAMENTOS, DE PRODUTOS DE CANNABIS MEDICINAL OU DE PRODUTOS DE CÂNHAMO INDUSTRIAL.”

O PSIQUIATRA PABLO ROIG, que participa da Campanha “Famílias, especialistas e políticos contra o PL399” chama a atenção dos riscos para esta autorização no PL399: “Hoje em dia, estamos vendo claramente os cuidados que se têm para liberar a vacina contra a COVID-19. Países impedem a divulgação de uma vacina por efeitos indesejáveis em quatro, cinco casos.E NO CASO DE REMÉDIO COM CANABIDIOL ainda está sendo pesquisada sua ação terapêutica, sendo desconhecidas ,ainda, as consequências do seu uso. QUANDO, E SE FOR APROVADO, APÓS TODOS OS TESTES CIENTÍFICOS, sua produção, distribuição e consumo devem ser controlados como qualquer outro psicofármaco.É RISCO PERMITIR O CULTIVO DA MACONHA POR ASSOCIAÇÕES DE FAMÍLIAS, PORTANTO,PRODUÇÃO CASEIRA, lembrando que A MACONHA TEM THC ,substância altamente tóxica e destrutiva. Além de contrariar os cuidados que a ANVISA tem em relação a outras substâncias psicoativas.É O MESMO QUE AUTORIZAR PLANTAÇÃO DE PAPOULA caseira por associações de famílias para produção de opiáceos. Como BEM DISSE O DEPUTADO Campos Machado, ESSA PERMISSÃO EQUIVALE A UM CAVALO DE TROIA PARA preparar o terreno à liberação do uso recreativo, que de recreativo não tem nada , porque a maconha é droga altamente tóxica com consequências a curto, médio e longo prazo. “

O PSIQUIATRA PABLO ROIG, Diretor e Fundador da Clínica Greenwood, em São Paulo e referência no tratamento de dependentes de drogas no Brasil, adverte: “Novamente, o parecer de profissionais da saúde mental e neurologistas em geral é olimpicamente ignorado. E com motivos espúrios,pretende-se intoxicar mais a nossa sociedade com um produto claramente destrutivo. A quem interessa essa liberação? Por que se faz o uso do dinheiro público para obter sua aprovação?”

CAVALO DE TROIA

O “CAVALO DE TROIA” foi “presente” dos gregos como estratégia para vencer uma guerra que se prolongava por 10 anos. Como a cidade de Troia era cercada por grandes muralhas, o exército grego deixou como “presente” para os troianos, que eram conhecidos como domadores de cavalos, um enorme cavalo de madeira como símbolo de “paz”. Mas o cavalo, na verdade, era oco e estava cheio de soldados gregos. Os troianos acreditaram que tinham vencido a guerra e levaram o cavalo para dentro da cidade, onde promoviam uma grande festa. Durante a noite, no entanto, quando todos dormiam, os soldados gregos saíram do cavalo e atacaram a cidade. Outro grupo de gregos, que estava escondido numa ilha próxima, se juntou ao exército grego e venceram essa guerra