Descriminalização de drogas está causando aumento de mortes por overdose, violência e resistência ao tratamento no Oregon, nos Estados Unidos, denuncia Thomas Hogan

Espalhe essa notícia:

“Desastrosa está sendo a descriminalização de drogas no Oregon,o primeiro estado norte-americano que descriminalizou o porte de todos os tipos de drogas:maconha, cocaína, metanfetamina, heroína e outros tipos de drogas”. Denúncia de Thomas Hogan, membro adjunto do Manhattan Institute, em artigo publicado no site do Instituto em 21 de julho.

Escreveu THOMAS: 

“Na questão da redução do vício e das overdoses, a descriminalização do uso de drogas no Oregon foi um trágico fracasso.

 As mortes por overdose aumentaram mais de 33% no Oregon em 2021, um ano após a aprovação da lei, em comparação com um aumento de 15% no resto dos Estados Unidos.

 Quanto à alegação de que a lei forneceria um caminho para o tratamento de viciados, menos de 1% das pessoas elegíveis para tratamento sob a Medida 110 – somente 136 – acabaram recebendo ajuda.

 Dos 2.576 multados pela polícia por posse de drogas, apenas 116 pessoas ligaram para a linha direta de ajuda para obter a isenção da multa, com a grande maioria das outras optando por pagar a multa mínima. 

O impacto da descriminalização das drogas não parou com o vício e as overdoses. A polícia de Portland relata que todas as categorias de crimes saltaram em reação à Medida 110. Os viciados em drogas precisam de dinheiro; eles conseguiram roubando itens e revendendo-os, então os crimes contra a propriedade aumentaram. Uma vez que um mercado de drogas se abre, os traficantes se mudam para atendê-lo. Como resultado, as ruas de Portland estão inundadas de armas e drogas. Com os traficantes lutando por território, a violência armada aumentou. Portland registrou 90 homicídiosem 2021, quebrando o antigo recorde de assassinatos anuais na cidade. “Vimos mais armas do que jamais vimos em nossas investigações”, declarou sem rodeios um supervisor da polícia de Portland. 

Como alertou o médico Paulo Coelho, sem a ameaça de prisão e os programas judiciais obrigatórios que acompanham a prisão, os viciados raramente têm interesse em receber tratamento.”

Paulo Coelho, médico dos Hospitais e Clínicas de Saúde de Salem, disse: “Os autores da votação da Medida 110 retratam indivíduos com vícios ativos como atores racionais que naturalmente procurarão e aceitarão tratamento para sua condição. Mas posso garantir a você, como provedor de linha de frente, que isso simplesmente não é verdade. . . . Infelizmente, remover a ameaça de encarceramento e abandonar a colaboração entre a aplicação da lei, o judiciário, a liberdade condicional e o sistema de tribunais para dependentes químicos resultará em uma porta giratória de abuso de drogas, recusa de tratamento, crime, falta de moradia e gastos contínuos relacionados à saúde para hospitalizações devido a overdose, infecções e psicose induzidas por drogas”.

Leia o artigo “Caos na experiência” na íntegra no site https://www.manhattan-institute.org/expert/thomas-hogan

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *